Caiu o mundo sobre minha mente.
Horas atrás eu estava seco.
Horas atrás eu estava vivo.
Por onde ando eu já não sei, todas as ruas são iguais.
Todos os olhos são frios.
Toda frieza do amor.
Revela-se uma criatura deformada, sem alma.
Sem nexo.
Sem lado.
Sem sexo.
Pra que procurar?
Pra encontrar e depois perceber que não achou nada?
Prefiro evitar esse olhar.
Sua reprovação me condenaria.
Ao vazio.
Ao eterno.
Ao sublime viver sem saber.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário