Um dia todos serão homens.
De palavra.
De atitude.
De coração aberto.
Chega de fingir.
Não quero saber o que você acha.
Aqui mando eu.
E pronto.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Espelho Da Tua Alma
Pra que se ressentir do que fala?
Então não fale!
Pense antes, pese a mão.
Não perca a razão.
Perdoe aquilo que não conhece.
Abra mão daquilo que precisa.
Tua felicidade se encontra no olhar.
Daquela criança que não para de amar.
Que te chama pela noite, sem reclamar.
Que te espera toda noite, sem demorar.
Aquele par de olhos nunca viu o mundo crú.
Conhece aquilo que aparece em você.
Não depende de nada, de niguém.
Só espera, quando chama, alguém que vem.
Então não fale!
Pense antes, pese a mão.
Não perca a razão.
Perdoe aquilo que não conhece.
Abra mão daquilo que precisa.
Tua felicidade se encontra no olhar.
Daquela criança que não para de amar.
Que te chama pela noite, sem reclamar.
Que te espera toda noite, sem demorar.
Aquele par de olhos nunca viu o mundo crú.
Conhece aquilo que aparece em você.
Não depende de nada, de niguém.
Só espera, quando chama, alguém que vem.
Não sou eu!
Prefiro saber que você não me conhece.
Aguardo ansiosamente o dia em que não nos encontraremos.
Em nenhuma esquina, em nenhum lugar.
No bar que vai fechar, vazio, sem querer entrar.
Acredito que tudo que passa por mim voltará um dia.
Menos você.
Se um dia te amei, menti.
Se um dia planejei, esqueci.
Se um dia voltarei?
Sumi.
Aguardo ansiosamente o dia em que não nos encontraremos.
Em nenhuma esquina, em nenhum lugar.
No bar que vai fechar, vazio, sem querer entrar.
Acredito que tudo que passa por mim voltará um dia.
Menos você.
Se um dia te amei, menti.
Se um dia planejei, esqueci.
Se um dia voltarei?
Sumi.
Chuva de Containers
Caiu o mundo sobre minha mente.
Horas atrás eu estava seco.
Horas atrás eu estava vivo.
Por onde ando eu já não sei, todas as ruas são iguais.
Todos os olhos são frios.
Toda frieza do amor.
Revela-se uma criatura deformada, sem alma.
Sem nexo.
Sem lado.
Sem sexo.
Pra que procurar?
Pra encontrar e depois perceber que não achou nada?
Prefiro evitar esse olhar.
Sua reprovação me condenaria.
Ao vazio.
Ao eterno.
Ao sublime viver sem saber.
Horas atrás eu estava seco.
Horas atrás eu estava vivo.
Por onde ando eu já não sei, todas as ruas são iguais.
Todos os olhos são frios.
Toda frieza do amor.
Revela-se uma criatura deformada, sem alma.
Sem nexo.
Sem lado.
Sem sexo.
Pra que procurar?
Pra encontrar e depois perceber que não achou nada?
Prefiro evitar esse olhar.
Sua reprovação me condenaria.
Ao vazio.
Ao eterno.
Ao sublime viver sem saber.
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